Odeio odiar-te...
queria ignorar-te com todas as minhas forças. Queria que fosse simples e fácil. Será que algum dia vais perceber todo o mal que fizeste? Será que algum dia irás perceber que eu, pelo contrário, nunca nenhum mal te fiz...?
Eu sei que tu achas que sim, e por isso me chamaste (ou chamas, não sei) puta, cabra, gorda, horrível, cornuda e mais um conjunto de coisas que já nem sei repetir... mas pensa lá: fiz-te realmente alguma coisa? Apenas amei e amo alguém livre que achavas estar agarrado a ti (mas que há tanto tempo não estava). Contas sempre uma história que não existiu... E tu, mesmo depois de dizeres "amo-te" a outra pessoa, ainda por muito tempo continuaste a atazanar-me o dia a dia.
Sei que já não o fazes, mas ainda te vejo... e não quero! Odeio-te por todo o mal que fizeste. Porque por tua causa, passei por coisas que nunca imaginei passar. Porque por tua causa senti vergonha! E estamos a falar de uma pessoa que dança na rua e faz as maiores figuras de parva... no entanto, contigo senti vergonha. Com todas as letras!
Sei perfeitamente que não te consigo ignorar por nunca te ter feito nada como me fizeste a mim. Por não me ter defendido naquele dia. Por saber do que sou capaz e, pelo meu amor, não ter feito nada. Sim... ainda aguardo o dia em que me dirás alguma coisa. Porque acredita, arrumo-te com palavras com a mesma facilidade que arrumar-te-ia com a força.
Por favor, ajuda-me a ignorar-te... ajuda-me a esquecer-te... Perdoar, nunca o farei!
quarta-feira, 15 de junho de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
E se tudo fosse um sonho
Gostaria de dizer que não passaste de um sonho... Gostaria de dizer que já não fazes parte da minha vida, que não respiras este meu ar, que não vives no meu dia... mas seria mentira...
Fazes parte de cada momento mau, de cada dor, de cada angústia, de cada reflexão... só não fazes parte do meu amor e da minha saudade... De resto, tudo em mim te grita, te bate, te manda para o inferno... tudo porque na realidade nunca o fiz.
Espero pelo dia que me digas algo achando-te protegida de algo não sabendo que eu estarei sempre protegida de algo maior e mais forte: a verdade.
E se tudo fosse um sonho? Seria um pesadelo...
terça-feira, 1 de março de 2016
O tempo passa, mas não apaga
Há muito que não te vejo... que não te sinto... que não me dás aquele incómodo na barriga, aquela indisposição repentina que altera todo o meu dia...
É isso que causas em mim e és a única pessoa que o faz. Tenho a certeza que isso irá acabar um dia - se não for pelo tempo, será pelas acções. Até porque tudo o que fazemos tem consequências, e tu ainda não tiveste as tuas.
Chegará o dia que irás estar diante de mim a dizer todas as coisas erradas que te irão desmascarar. Que irão revelar todas as mentiras que contaste aos teus amigos, aos que dizes amar, sobre ti, sobre nós e sobre vocês...
É isso que causas em mim e és a única pessoa que o faz. Tenho a certeza que isso irá acabar um dia - se não for pelo tempo, será pelas acções. Até porque tudo o que fazemos tem consequências, e tu ainda não tiveste as tuas.
Chegará o dia que irás estar diante de mim a dizer todas as coisas erradas que te irão desmascarar. Que irão revelar todas as mentiras que contaste aos teus amigos, aos que dizes amar, sobre ti, sobre nós e sobre vocês...
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
"TUDO" é demais
Conclusão: não dizes pão...
P.S.: "Senão" segue-se a uma virgula quando utilizado como conjunção. Também se pode seguir a uma palavra no caso de ser uma preposição ou um substantivo. Nunca está depois de um ponto.
P.S.: "Senão" segue-se a uma virgula quando utilizado como conjunção. Também se pode seguir a uma palavra no caso de ser uma preposição ou um substantivo. Nunca está depois de um ponto.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Porque me incomodas?
Na realidade, este incómodo não é dar-te importância porque para mim és tão importante como uma lesma nojenta no vidro do carro - tem de se tirar de lá. Enfim, a realidade é que me incomodas!
Perguntei no titulo do porquê de me causares tanto incómodo, mas na realidade acho que sei a resposta: tu foste realmente má pessoa comigo. Para mim, és pura e simplesmente uma pessoa má, egoísta, mal intencionada e invejosa. Porque tudo não passou de inveja da tua parte por eu estar com a pessoa que querias ter. Ter mesmo, de um modo possessivo e não apenas figurativo...
Nunca te esqueças que me agrediste no meio do Rossio, que me chamaste nomes, que me desejas-te a morte de várias maneiras (inclusive com leguminosas inseridas em determinados orifícios)... É triste não é? Ainda por cima, porque foste incapaz de aceitar que a pessoa que desejavas ter (que nunca tiveste realmente) me ama a mim. Repara que não é por não te amar a ti, é por amar outra pessoa. Sempre me fizeste lembrar aqueles gajos abusivos para as suas companheiras que quando elas os tentam deixar, eles as matam. Porque se não são deles, também não são de mais ninguém... Tu, no entanto, fazias-me mal a mim e inventavas mentiras sobre nós, sobre vocês, sobre tudo... e já toda a gente sabia que era mentira, mas para ti era impossível parar...
Agora que tens um namorado, e uma relação que me parece ser normal, acho que olhas para trás e percebes que a vossa história, o vosso namoro, nunca existiu. Que o que vocês tiveram nunca foi sério nem nunca deveria ter tido a importância que tu criaste...
Enfim, gostava que estivesses diferente, mas ainda tenho tanto para te dizer... tanto para desmascarar... tanta verdade escondida...
Rita.
Perguntei no titulo do porquê de me causares tanto incómodo, mas na realidade acho que sei a resposta: tu foste realmente má pessoa comigo. Para mim, és pura e simplesmente uma pessoa má, egoísta, mal intencionada e invejosa. Porque tudo não passou de inveja da tua parte por eu estar com a pessoa que querias ter. Ter mesmo, de um modo possessivo e não apenas figurativo...
Nunca te esqueças que me agrediste no meio do Rossio, que me chamaste nomes, que me desejas-te a morte de várias maneiras (inclusive com leguminosas inseridas em determinados orifícios)... É triste não é? Ainda por cima, porque foste incapaz de aceitar que a pessoa que desejavas ter (que nunca tiveste realmente) me ama a mim. Repara que não é por não te amar a ti, é por amar outra pessoa. Sempre me fizeste lembrar aqueles gajos abusivos para as suas companheiras que quando elas os tentam deixar, eles as matam. Porque se não são deles, também não são de mais ninguém... Tu, no entanto, fazias-me mal a mim e inventavas mentiras sobre nós, sobre vocês, sobre tudo... e já toda a gente sabia que era mentira, mas para ti era impossível parar...
Agora que tens um namorado, e uma relação que me parece ser normal, acho que olhas para trás e percebes que a vossa história, o vosso namoro, nunca existiu. Que o que vocês tiveram nunca foi sério nem nunca deveria ter tido a importância que tu criaste...
Enfim, gostava que estivesses diferente, mas ainda tenho tanto para te dizer... tanto para desmascarar... tanta verdade escondida...
Rita.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Sê o que quiseres... Longe de nós
Acabei de ver o teu post... nada antigo mas bastante repetitivo. Tantas vezes já li eu sobre as tuas saudades, e o que eram juntos (mas nunca foram)... Porque o que sempre foram realmente foi isso mesmo: Nada!
"Tiveste o teu tempo. Tempo esse que acabou." Certo, mas digo-to eu a ti... e não nunca foram 7 anos, nem 5, nem 4 nem nenhuma das mentiras que já inventaste... foram sim uns míseros meses que ambos deitaram fora. Ambos! Porque não é com mentiras que se vive uma relação, nem com desejos de morte e de dor. Porque era isso que fazias, e sim acredito que ele também.
Espero bem que nunca volte a ter ninguém como tu na vida, até porque as pessoas más querem-se longe. E se achas que sabes sequer qual é a maneira que merece ser tratado, posso te garantir que estás enganada. Não o conheces, e desconfio que nunca conheceste verdadeiramente.
Fazes da vossa história uma mentira, um conto que não existiu e eu estou farta!
Se te custa a ti, também te posso dizer que não lhe custa nada...
Não posso responder por ele às perguntas que lhe fazes, mas espero honestamente que ele o faça.
Agora responde-me tu a uma pergunta minha. Tarde de mais para quê, explica-me?
Com saudades de não te ter na minha vida,
Rita
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